Fantástico - (29/05/2011)Cidades da periferia do DF estão entre as mais violentas do mundo
No último domingo (29), o Fantástico apresentou uma investigação detalhada nas periferias do Distrito Federal, onde encontram-se os maiores índices de violências do Brasil. A reportagem se dizia “especial”, e com promessa de “dar o que falar” durante a semana. Flagrantes, rostos deformados por recurso visual e depoimentos fortes marcam o início da matéria, em imagens que se intitulam como típicas de uma verdadeira guerra urbana. A região do entorno de Brasília – Novo Gama, Luziânia, Águas Lindas de Goiás e Valparaíso de Goiás – convive diariamente com a violência recorrente, sob os olhos bem próximos da capital do país, Brasília, há 40 km de distância.
A reportagem começa com um flagrante da equipe: uma noite qualquer em que um inocente é baleado na porta de casa. O “qualquer” é respaldado pela fala do policial, que afirma que a situação é mais normal do que se imagina por ali. Flagrante também na cena em que três menores de idade apanham da polícia após roubarem todo o faturamento de um ônibus: R$ 400. Por serem menores de idade, supostamente, as imagens são distorcidas. Cenas de desespero se seguem depois, com gritos, câmera desorientada para atender todos os envolvidos nos casos mostrados e agilidade na narrativa. A polícia trabalha com reforços durante os finais de semana das cidades, devido ao índice de violência que supera a porcentagem vítimas/habitantes registrada em todo o Brasil. A equipe entrevista também um homem sob baixa luminosidade, no qual não pode ser identificado, para preservar sua identidade e integridade. São feitas imagens também de traficantes na beira da estrada, e outros menores consumindo drogas, o que mostra o arriscado trabalho que a equipe se submeteu para conseguir melhores imagens. Dessa vez, a equipe foi atrás de representantes do Estado ali mesmo na região do Distrito Federal, para buscar explicações sobre a falta de investimentos na segurança pública, saúde e policiamento local. Os representantes deram um prazo para que algumas medidas começassem a ser tomadas, e a reportagem termina com uma espécie de “aviso” dos apresentadores que a repercussão não termina ali, pelo comprometimento de voltar ao local para ver se algo melhorou.
O que se observa nessa reportagem especial do Fantástico é o compromisso com a realidade dos fatos, assim como a divulgação de informações de interesse público. Além disso, é clara a preocupação em respeitar privacidades e adentrar de forma cuidadosa na realidade dali, pelo próprio perigo que os repórteres estavam correndo ao se expor de tal forma. Um belo exemplo de jornalismo que o cidadão pode confiar. Espera-se mesmo que o programa se comprometa à fiscalizar a ação pública com o caso, e finalizar o debate que deixou no ar.
A reportagem começa com um flagrante da equipe: uma noite qualquer em que um inocente é baleado na porta de casa. O “qualquer” é respaldado pela fala do policial, que afirma que a situação é mais normal do que se imagina por ali. Flagrante também na cena em que três menores de idade apanham da polícia após roubarem todo o faturamento de um ônibus: R$ 400. Por serem menores de idade, supostamente, as imagens são distorcidas. Cenas de desespero se seguem depois, com gritos, câmera desorientada para atender todos os envolvidos nos casos mostrados e agilidade na narrativa. A polícia trabalha com reforços durante os finais de semana das cidades, devido ao índice de violência que supera a porcentagem vítimas/habitantes registrada em todo o Brasil. A equipe entrevista também um homem sob baixa luminosidade, no qual não pode ser identificado, para preservar sua identidade e integridade. São feitas imagens também de traficantes na beira da estrada, e outros menores consumindo drogas, o que mostra o arriscado trabalho que a equipe se submeteu para conseguir melhores imagens. Dessa vez, a equipe foi atrás de representantes do Estado ali mesmo na região do Distrito Federal, para buscar explicações sobre a falta de investimentos na segurança pública, saúde e policiamento local. Os representantes deram um prazo para que algumas medidas começassem a ser tomadas, e a reportagem termina com uma espécie de “aviso” dos apresentadores que a repercussão não termina ali, pelo comprometimento de voltar ao local para ver se algo melhorou.
O que se observa nessa reportagem especial do Fantástico é o compromisso com a realidade dos fatos, assim como a divulgação de informações de interesse público. Além disso, é clara a preocupação em respeitar privacidades e adentrar de forma cuidadosa na realidade dali, pelo próprio perigo que os repórteres estavam correndo ao se expor de tal forma. Um belo exemplo de jornalismo que o cidadão pode confiar. Espera-se mesmo que o programa se comprometa à fiscalizar a ação pública com o caso, e finalizar o debate que deixou no ar.
No Youtube:
http://youtu.be/XQbeqjQ8fb8
No Twitter:
@cannacerrado Enquanto o crime corre solto na periferia do DF e dentro dos prédios da Esplanada, centenas de PMs para cidadãos pacíficos?Tráfico agradece.
@Luciano987 Enquanto a mídia olha para a periferia de Brasília, a violência instalada nos palácios do DF trabalha dia e noite, sem ser molestada. Elite!
Leandro Sena
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