Profissão Repórter - (24/05/2011)
A Batalha pela Casa Própria
A Batalha pela Casa Própria
O Profissão Repórter do dia 24 de maio aborda a temática da casa própria. A felicidade de quem consegue, a luta para pagar, as dificuldades do imóvel entregue sem as devidas condições de moradia e, introduzindo a questão de igualdade social, os caprichos das mulheres que trabalham na construção civil.
O episódio funciona como um Serviço de Atendimento ao Consumidor, no qual dá dicas de pagamento, financiamento, melhor compra, como reclamar e as táticas dos vendedores. É também um episódio que demonstra a igualdade das mulheres na construção civil que, em muitas casos, se saem melhores do que os homens no quesito capricho e responsabilidade. O Profissão Repórter da segunda quinzena de maio traz quatro histórias diferentes sobre o mesmo assunto, a aquisição de um apartamento. São famílias e casais emocionados que batalham para adquirir um imóvel em parcelas que duram até 25 anos ou que chegam ao número de 300 vezes.
O marketing de venda também é abordado em sua forma mais crua. “Sentou na sua mesa ali, é como se fosse o último cliente da sua vida!”, afirma um vendedor. “Agora é ir pra cima dos clientes. Vender! Vender!”, destila um outro. Entretanto, como já dito, este episódio funciona como um SAC, dando dicas como “o comprador deve pesquisar, antes, se a consultora é confiável”. Tantos planos e dicas tornam este episódio mais leve do que os anteriormente analisados, até mesmo quando mostra um casal que ao comprar o primeiro apartamento, negocia entre si a questão do matrimônio.
No Rio de Janeiro, a obra é das mulheres, que são consideradas mais caprichosas que os homens, tanto como pedreiras quanto como engenheiras. “O acabamento delas dá de 10 a 0 no dos homens”, afirma o engenheiro responsável de um canteiro de obras. O capricho exaltado no programa é refletido nos cuidados pessoais que as operárias têm: unhas pintadas, lápis nos olhos e sorriso no rosto. A experiência da obra também é levada para casa. Este é o ponto alto do programa, no quesito emoção. É quando a realidade invade a casa dos telespectadores, ao mostrar que as mulheres dos canteiros possuem uma dupla rotina de obras, tanto no serviço quanto em casa. As operárias corrigem problemas ocasionados por pedreiros, homens, que não capricharam no serviço em suas casas.
O ponto baixo é a fraca presença dos focas. A maior parte das entrevistas é comandada por Caco Barcellos em um episódio que é, visivelmente, menos arriscado. No feirão de venda, os jornalistas em formação acompanham, por fim, o cansaço dos vendedores no terceiro, e último, dia de vendas. Em três dias, 5.700 imóveis foram vendidos em Belo Horizonte. Por fim, o programa mostra as famílias que não conseguiram realizar o sonho da casa própria e anuncia, em seu site, dicas para comprar um imóvel financiado, a partir de um bom negócio, retomando o caráter de jornalismo informativo que o episódio assume desde o começo.
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@georgesousa Assistiram o profissão reporter ontem? começando a trabalhar vou guarda um troco p/ comprar meu apê! nunca tinha refletido quanto e caro!!!
@alexfrachetta O Profissão Repórter de ontem foi ótimo e obrigatório para profissionais do mercado imobiliário: http://glo.bo/k5Ly4S
@verpauloborges O Profissão Repórter de ontem detalhou as condições para adquirir um imóvel pelo programa Minha Casa Minha Vida.
@marcelovictorl Ques programas ruins são esses de terça feira da Globo, fora o profissão reporter, lógico. Tenho até medo de falar: saudade Cassetae Planeta.
@Daniel_Zarour Profissão repórter dando lição de vida, faz a gente dar mais valor ao que já temos e queremos adquirir. Parabéns ao Caco Barcelos e equipe
@dudugoo Profissão Repórter não foi legal!
Lincon Zarbietti






